| Reflexão em Espelhos - IFUFRGS |
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![]() Reflexão em espelhos
![]() Deseja-se freqüentemente que a fração de luz incidente que é refletida por uma superfície de separação de duas substâncias de índices de refração diferentes seja a maior possível. Pode-se obter isso dando um grande polimento numa superfície metálica ou aplicando uma fina camada metálica em uma superfície polida, por exemplo, a de um vidro. Uma superfície lisa altamente refletora chama-se espelho e tem a propriedade básica de formar imagens de objetos. Neste experimento, as atividades envolverão apenas espelhos esféricos côncavos e convexos. Serão propostas algumas observações e realizadas medidas de distâncias associadas com estes espelhos, tendo como objetivo principal a aprendizagem de métodos para determinar suas distâncias focais e raios de curvatura. Um raio luminoso atingindo o espelho em um ponto qualquer de sua superfície obedece à lei de reflexão: o ângulo de reflexão é igual ao ângulo de incidência. Aplicando-se essa lei e associando-se as distâncias características de espelhos esféricos – raio de curvatura (r), distância focal (f), distância do objeto ao espelho (s) e distância da imagem ao espelho (s’) – obtém-se, para raios paraxiais,... As atividades propostas envolverão basicamente estas relações e o uso do seguinte equipamento: um banco ótico com cavaleiros; uma lâmpada; uma vela; um espelho côncavo; um espelho convexo; uma lente convergente; um anteparo; um anteparo com orifícios e uma régua transparente que deve ser colocada sobre os orifícios. OBS: quando for usado o anteparo com orifícios, coloque a régua transparente sobre o mesmo, de tal modo que a imagem formada seja a dos números e/ou divisões da régua, desta forma pode se identificar melhor a posição onde a imagem está em foco. |