| Corrente
elétrica: movimento ordenado de cargas elétricas;
pode ser:
• Eletrônica: consiste no deslocamento
de elétrons livres;
• Iônica: consiste no movimentos de íons
positivos e negativos em sentidos opostos; ocorrem
em soluções eletrolíticas.
Unidade de carga elétrica: C (coulomb ).
Sentido real da corrente elétrica: é
o sentido real do movimento dos elétrons no
interior do condutor. Fig.01a
Sentido
convencional: é o sentido no qual imaginamos
cargas positivas movendo-se em sentido contrário
ao real. Corresponde ao sentido do campo elétrico
interior ao condutor. Fig.01b

Intensidade
da corrente elétrica: 
Unidade:
ampère (A), 
Princípio
da quantização da carga: qualquer carga
na natureza é um múltiplo inteiro de
e;
(quantidade
de carga) ..............
Podemos
escrever, portanto ;
n é um número inteiro.
Resistores:
elementos que consomem energia elétrica e a
transforma em energia térmica. Podemos utilizá-los
para controlar a intensidade de corrente elétrica
em trechos do circuito. Dizemos que um resistor é
ôhmico quando é regido pela primeira
lei de Ohm, apresentada logo a seguir.

Fig.02:
representações de uma resistência
num circuito elétrico
Primeira
lei de Ohm: ,
onde ,
denominado diferença de potencial. A tensão
U é definida como sendo a grandeza que define
o quanto de energia o gerador fornece para cada unidade
de carga que o atravessa: 
Logo,
podemos definir: unidade de U é o volt (V):


Observando
o gráfico U x i percebemos que 
Segunda
Lei de Ohm: ;
a
resistência elétrica é diretamente
proporcional ao comprimento do fio e inversamente
proporcional à sua área de seção
transversal. é uma grandeza que caracteriza
a composição do material e denomina-se
resistividade.
Associação
de resistores
• Associação de resistores em
Série:

Todos os resistores em série são percorridos
pela mesma corrente elétrica, estando cada
um submetido a uma tensão peculiar que pode
ou não ser igual às demais.

•
Associação de resistores em Paralelo:

Todos
os resistores estão sujeitos à mesma
d.d.p U, sendo percorridos por uma corrente elétrica
que pode ser idêntica a todos eles ou diferente
conforme sejam idênticas ou diferentes as suas
respectivas resistências.
Para
dois resistores em paralelo, temos: 
Para
n resistores iguais em paralelo, temos: 
Ponte
de Wheatstone
Consiste numa associação de um galvanômetro
e quatro resistores, como mostra a figura. Geralmente
a resistência de um destes resistores é
desconhecida e um dos resistores é um reostato.
|
Reostatos:
resistores cuja resistência pode ser variada.
Dizemos que a ponte está em equilíbrio
quando o galvanômetro não acusa
corrente, o que somente é possível
caso sejam idênticos os potenciais em
D e C.
Para que isto seja uma realidade, obrigatoriamente,
devemos ter: .

Dividindo as expressões I e II, temos:

|
| Para
descobrir o valor da resistência incógnita,
basta isolá-la na expressão anterior. |
Ponte
de Fio
Variação
da resistência com a temperatura
•
Metais puros: o aumento da temperatura ocasiona aumento
na resistência elétrica;
• Ligas metálicas especiais: geralmente
têm suas resistências inalteradas;
• Grafita e Soluções eletrolíticas:
a resistência decresce com a temperatura.
Ao
aquecermos um material, a sua resistência varia
de acordo com a expressão:

Geradores
Elétricos
Dispositivos que fornecem energia elétrica
ao circuito às custas de outra forma energética.
• Gerador ideal: aquele gerador teórico
que não possui resistência interna, não
dissipando, portanto, energia. A d.d.p entre seus
terminais é igual à sua força
eletromotriz: U=E
•
Gerador real: é o que possui resistência
interna. A d.d.p entre seus terminais é menor
que sua força eletromotriz, sua equação
característica é .
Ou seja, o potencial é reduzido devido à
resistência interna r do gerador.
| |
Gerador real: Neste caso, fizemos uma associação
da ilustração de uma pilha com
o esquema de um gerador.
A representação de um gerador
é dada por dois segmentos de tamanhos
diferentes perpendiculares a uma reta.
|
Em
construção! Aguarde a finalização
desta página. Abaixo, diversas apostilas sobre
o assunto...
|